Bagagem em foco

O portal O Tempo divulgou que a partir de abril de 2026 a dimensão máxima de bagagem de mão em voos domésticos passa a ser 55 × 35 × 25 cm, com peso limitado a 10 kg, buscando padronizar o espaço e reduzir atrasos.

A bagagem continua em meio a regras estritas, disputas de bordo e inspeções alfandegárias.

Voo atrasado por ‘cliente black’

Em reportagem do Estadão, a LATAM registrou um voo (515) em que um passageiro retirou a mala de outro sem autorização. Quando a tripulação tentou parar o ato, ele se recusou a desembarcar, alegando ser “cliente black” e que seu status justificava a conduta. O incidente causou mais de uma hora de atraso enquanto a situação era sanada e a tripulação retomava o controle.

Mala retida na alfândega de Virginia Fonseca

O Globo descreve-se o caso da influenciadora Virginia Fonseca, cujo bagageiro foi preso pela Receita Federal ao chegar em São Paulo. A retenção ocorreu após a inspeção de itens que não foram devidamente declarados. A agência apontou falta de documentação que justificasse o conteúdo. A situação ainda está em andamento.

O que a bagagem faz em 2026?

Esses três episódios, embora separados, revelam que a bagagem permanece um ponto de atrito em viagens aéreas. Enquanto regulamentações tentam aprimorar a logística, incidentes de bordo e procedimentos alfandegários mostram que regras mais rígidas exigem maior atenção dos passageiros e das companhias. Acompanhar as medidas de compliance, as políticas de elite e os protocolos de inspeção será crucial para quem viaja nos próximos meses.