Se você achava que dormir com um anel que mede ereções noturnas era o auge da maluquice de Bryan Johnson, se prepara. O empresário americano, que ficou famoso ao gastar milhões em uma rotina bizarra para rejuvenescer o corpo, agora admite que a coisa saiu do controle.
“Fui longe demais em busca pela longevidade”, teria dito Johnson, segundo o portal Terra.
A frase já seria suficiente para levantar a sobrancelha de qualquer pessoa normal. Mas, tratando-se do homem que troca plasma sanguíneo com o próprio filho e monitora cada batimento cardíaco como se fosse uma ação na bolsa, a declaração veio acompanhada de revelações ainda mais surpreendentes.
Sangue menstrual no freezer
De acordo com a CNN Brasil, Johnson contou que congela o sangue menstrual da namorada. Sim, você leu certo. O business man acredita que o fluido contém células-tronco valiosas que poderiam ser usadas em futuros tratamentos antienvelhecimento. A prática, no mínimo inusitada, gerou uma onda de memes e questionamentos éticos nas redes sociais.
Um clone no laboratório
E não para por aí. O G1 noticiou que o milionário afirma ter criado um clone de si mesmo em laboratório. Embora os detalhes técnicos não tenham sido divulgados — e a comunidade científica trate a história com ceticismo —, a informação caiu como uma bomba nos grupos de fofoca digital. Afinal, estamos falando de ficção científica ou da nova moda entre bilionários excêntricos?
Enquanto uns acham graça, outros começam a se preocupar. Até que ponto a busca pela vida eterna pode nos levar? Johnson, que já foi criticado por procedimentos extremos, parece ter cruzado uma linha que nem ele mesmo esperava. E o público, claro, adora.
A cada nova aparição, o empresário reforça sua imagem de “gênio ou louco”, dividindo opiniões e garantindo cliques. A única certeza é que, se a longevidade realmente depender de congelar fluidos e replicar pessoas, talvez seja melhor repensar os planos.






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