Não foi dessa vez, torcedor! Se você sintonizou a TV esperando emoção na Copa do Brasil, pode ter se decepcionado – ou não, se já conhece o histórico recente. Chapecoense e Cruzeiro protagonizaram um duelo de fazer bocejar: o placar final foi 0 a 0, e esse já é o quarto jogo sem gols nesta edição do torneio.

A seca continua

As duas equipes entraram em campo com promessas de futebol ofensivo, mas o que se viu foi um festival de passes errados e defesas firmes. A bola teimou em não entrar – ou melhor, ninguém conseguiu chutar direito. A Chape até tentou pressionar na Arena Condá, mas o goleiro cruzeirense foi um paredão. Do outro lado, o ataque do Cruzeiro parou na retranca catarinense.

"Parece que a rede foi trocada por um véu de noiva: ninguém furou!" – brincou um torcedor nas redes sociais.

Com esse resultado, o 0 a 0 vira rotina na competição. Nas quatro rodadas, já são quatro placares em branco. A torcida já não aguenta mais e encheu a internet de memes, pedindo pelo amor de Deus um golzinho. Será que os atacantes tiraram férias?

Onde assistir ao… sono?

Se você perdeu o jogo, não se preocupe: os melhores momentos estão disponíveis no ge e em outras plataformas – mas prepare o café, porque a emoção é pouca. A transmissão foi ao ar em canais como SporTV e Premiere, com horário e escalações amplamente divulgados (e agora você sabe que não adiantou muito).

Apesar do tédio, o duelo teve seus momentos de tensão: uma bola na trave aqui, um quase gol ali. Mas nada que fizesse a galera pular do sofá. Para os fãs de estatística, fica o recorde negativo: é a maior sequência de 0 a 0 na história recente da Copa do Brasil.

Repercussão nas redes

No Twitter, a hashtag #ChapecoensexCruzeiro bombou – mas de piadas. “Foi melhor assistir à reprise do BBB”, disparou um perfil. Outro comentou: “Meu videogame no modo aleatório tem mais gols”. Os influenciadores digitais aproveitaram para zoar: “A verdadeira fé no futebol é acreditar que esse jogo teria gol”.

Mesmo com a falta de emoção, as equipes seguem na luta pelo título. Resta saber se nas próximas fases alguém finalmente vai lembrar onde fica a baliza adversária. Até lá, ficamos com o grito engasgado e a esperança de que o próximo duelo não entre para a história como mais um capítulo da “era dos zeros”.