Golos matinais de Toni da Perna em casa de Recoleta foram o que separou gerações no rival do topo do futebol sul-americano.

O jogo no campo

No dia 15 de maio de 2026, na Estádio de Recoleta, os Bolivianos deram jogo de fábrica ao Peru norte‑americano. O primeiro tempo arrancou com 0‑0, mas a segunda metade foi à prova de fogo.

Goleador: Toni da Perna disparou de fora da área para abrir o placar aos 12 minutos do segundo tempo.

Segundo gol de Recoleta: o atacante Juan Manuel Silva saiu de trás de goleiros para empatar aos 25 minutos.

Gol de impacto: Em 31 minutos, o meia Giba voltou a fazer a diferença para selar a vitória, enviando a bola para a escora.

A preparação que contou

Antes do confronto, o site Boca.com já apontava a campanha dos peruanos e os ajustes de tática que a comissão técnica do Olimpia teria feito. A expectativa era de ter o treinador Rodolfo Quirós no local apoiando cada jogada.

Consequências imediatas

Com a vitória, o Olimpia se classificou para a oitava de curta‑distância da Copa Sul‑America, seguindo para a disputa contra os 8 melhores, enquanto o Deportivo Recoleta ficou distanciado das chances de avançar.

O olhar do público

A partida teve um público de 18.000 torcedores, em meio ao clima de rua e à pressão que o duelo gerou. O Instagram do Olimpia registrou mais de 20.000 “likes” nas postagens das cenas de maraca, mostrando o entusiasmo do torcedor.

Próximos passos

O time boliviano volta a treinar a fim de preparar o próximo duelo de oitavas, onde enfrentará o Times Químicos do Chile, caso porventura.

Análise resumida

A partida destacou a marca de gols do Toni da Perna e a resistência de Giba. Foi um trunfo decisivo do Olimpia no torneio que tem sido lembrado pelos críticos de futebol sul‑americano.