A cantora, compositora e filantropa morre em 25 de agosto de 2026, a 80 anos, em sua casa em Nashville, Tennessee.

O fim de uma estrela

A notícia foi confirmada pela própria assessoria de Dolly Parton e publicada em veículos nacionais como G1, Folha de S.Paulo e Globo. O anúncio chegou ao Brasil cedo na segunda-feira, recebendo condolências de fãs, artistas e políticos. A lenda nasceu em 1946, em Sevier County, Tennessee, e rapidamente se tornou a voz que definira o gênero country nos anos 70.

Carreira e obras marcantes

Dolly Parton grava mais de 80 álbuns, mas alguns títulos permanecem eternos: Jolene (1974), 9 to 5 (1980) e I Will Always Love You (1992). Em 2008, seu álbum White as Snow foi declarado faixa de ouro pelos critérios da RIAA. Além de hits, Parton ficou conhecida por sua poesia e por sua ronda não apenas musical: defendeu causas sociais e lançou o Happy childhood que beneficiou milhões de crianças.

Legado e influência

A artista não deixou apenas discografia; sua fundação, The Dollywood Foundation, transformou a educação em áreas de baixa renda. Seu papel em programas de saúde infantil, e em campanhas de prevenção de doenças, atingiu milhões. Ao longo dos anos, recebeu inúmeros prêmios, incluindo o Country Music Hall of Fame em 2006 e o Emmys legendário em 2019.

Como o mundo reagiu

Em São Paulo, o Rio de Janeiro e em cidades brasileiras, a imprensa simplica--se em declarações emocionadas. Online, hashtags como #DollyParton, #RIPDolly e #RememberingDolly alcançaram milhões em poucos minutos. O comunicado oficial encerrou agradecendo a “amizade, apoio e músicas” enviadas mundialmente.

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Próximos passos

O último evento público de Dolly Parton, a show de despedida, terá como homenagens a carreira inteira. Até o momento, não há detalhes sobre cerimônia de velório, mas o universo musical já está preparado para celebrar uma gigante que nunca deixou expressão e música sem seu toque.