“Eli Tomé, ex‑selecionista, defende a retomada dos projetos da FIFA e apoia Gianni Infantino como presidente.”
Eli Tomé na linha de frente
Em 24 de agosto de 2026, o nome de Eli Tomé voltou a ressoar nas redes sociais e nos veículos de imprensa ao defender publicamente a escolha de Gianni Infantino como presidente da FIFA. O ex‑jugador da seleção brasileira, do PSG e da própria FIFA, afirmou que o projeto “Global Soccer Development” – iniciativa que visa fortalecer bases de futebol em países em desenvolvimento – foi interrompido o ano anterior e que a continuidade desse plano exigiria a liderança de Infantino. Essa declaração reforça a imagem de Tomé como um bastião daquilo que ele percebe como a “visão de futuro” da entidade.
Ceferin faz declaração decisiva
Ao mesmo tempo, o presidente da UEFA, Rúben Ceferin, em entrevista coletiva em Bruxelas, declarou explicitamente que não pretende assumir a presidência da FIFA. O líder da suprema entidade europeia enfatizou que a votação interna deve preservar um debate temático sobre o modelo de governança que garanta maior transparência nos processos de licenciamento de Copas do Mundo. Ceferin acrescentou que a principal motivação de sua recusa foi a percepção de que a alta administração da FIFA não se alinha com os interesses de sua federarização.
O debate econômico em torno da Copa
Além das divergências de liderança, a Federação está sob escrutínio por supostos privilégios na licitação de direitos da Copa do Mundo. O portal Ludopédio publicou análise crítica detalhando como o contrato de 2034 pode favorecer “pocos setores corporativos” em detrimento de carreiras locais, reforçando a demanda por maior equidade e responsabilidade social.
O que pode mudar na Copa 2034
Com o futuro da FIFA ainda indefinido, o cenário é de incerteza para a próxima edição do torneio. Se Infantino retomar seus projetos, a FIFA pode priorizar investimentos em tecnologias de rastreamento de talentos. Caso Ceferin influencie, o canal de negociação pode pender para um modelo mais competitivo e aberto, com participação maior de federações menores.
Conclusão
O debate mantém os olhares fixos na decisão que virá em breve. Até a assinatura de um novo líder, os bastidores da FIFA continuarão a gerar especulações e análises que, sem dúvida, moldarão o futuro do futebol mundial.







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