Flávio Bolsonaro, senador pelo Rio de Janeiro (PL) e candidato à Presidência da República, respondeu nesta sexta-feira, 16 de outubro de 2026, durante a sabatina da TV Globo após o Jornal Nacional, que seu irmão Eduardo Bolsonaro não será indicado para a pasta de Relações Exteriores, a chanceleria, caso ele vença a eleição. O mesmo candidato declarou que o ex-presidente Jair Bolsonaro “não está no radar” para ocupar qualquer cargo em seu eventual governo.

"Não será chanceler", disse Flávio Bolsonaro durante a entrevista.

Na mesma entrevista, ao ser questionado sobre a possibilidade de nomear o pai para algum ministério, Flávio afirmou que nunca recebeu proposta nem sugestão de nomeação e que “não está no radar”. Ele ressaltou que o presidente Jair Bolsonaro nunca tratou desse assunto com ele.

Flávio também abordou sua mudança de posicionamento em relação à escala 6x1, medida que reduz a jornada de trabalho. Após ter chamado a medida de oportunista e eleitoreira, ele explicou que mudou de posição porque ouviu trabalhadores nas ruas.

Sobre a proposta de ajuste fiscal de sua campanha, o senador afirmou que o ajuste fiscal não implicará perdas para o salário-mínimo, aposentadorias ou os gastos mínimos previstos com saúde e educação. A campanha de seu adversário estima que a contenção das despesas proposta por Flávio seria de R$ 250 bilhões, representando, segundo o adversário, o fim de garantias e benefícios sociais.

Em resposta ao adversário Luiz Inácio Lula da Silva (PT), Flávio acusou o presidente de praticar “terrorismo”, alegando que sua política levaria ao fim de benefícios sociais e à privatização de bancos estatais.

Pesquisas eleitorais recentes

FonteFlávio BolsonaroLuiz Inácio Lula da Silva
Folha, 15/1051 %49 %
Globo, 15/1047 %45 %

Ficha da declaração

ItemDetalhe
CandidatoFlávio Bolsonaro (PL)
Cargo negadoEduardo Bolsonaro como chanceler