Quem esperava uma noite de gala do Fluminense no Maracanã, viu um filme de suspense com final morno. O Tricolor recebeu o Independiente Rivadavia, da Argentina, pela ida das oitavas de final da Conmebol Libertadores, e não saiu de um empate que deixou a torcida com um gosto amargo e a decisão para o jogo de volta.
O MILAGREIRO DE SEMPRE
Se o Fluminense não perdeu, agradeça — e muito — ao goleiro Fábio. O camisa 1 tricolor fez pelo menos três defesas difíceis, garantindo o zero no placar e evitando um desastre caseiro. Foi o nome do jogo, o herói solitário em uma noite em que a defesa bateu cabeça e o ataque passou em branco.
“Enquanto Fábio fazia milagres, o ataque tricolor parecia estar em noite de ressaca.”
HULK, CADÊ VOCÊ?
O atacante Hulk, que chegou para ser referência, foi irreconhecível. Apagado, errou passes, finalizou mal e acabou substituído no segundo tempo. Ao lado de Castillo, formou uma dupla que os torcedores já apelidaram de “dupla do desespero”. Os dois foram eleitos os piores em campo em enquete do GE e viraram assunto nas redes — pelo motivo errado.
RIVADAVIA ASSUSTA
O Independiente Rivadavia, time que muitos consideravam mera figuração, mostrou organização e assustou nos contra-ataques. Pressionou a saída de bola tricolor e teve as melhores chances da partida. Saiu do Maracanã com um empate heroico e a vantagem de decidir a vaga em casa.
AGORA É GUERRA NA ARGENTINA
Com o 0 a 0, a parada fica simples: quem vencer no duelo de volta avança. Empate com gols classifica os argentinos; novo 0 a 0 leva a decisão para os pênaltis. Resta ao Fluminense encontrar o caminho do gol — e rezar para Fábio continuar inspirado.

/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_da025474c0c44edd99332dddb09cabe8/internal_photos/bs/2026/8/t/jrQAYLTbWzJY3SHPbriQ/115896041-fluminenses-midfielder-16-nonato-and-independiente-rivadavias-defender-3-juan-manu.jpg)




Carregando comentários...