Correios em greve: trabalhadores aprovam paralisação nacional por tempo indeterminado

A partir da quinta-feira, 10 de setembro, os serviços postais já podem estar suspensos, gerando dúvidas sobre a entrega de encomendas e documentos.

Greve entra em vigor na sexta

O sindicato dos servidores da Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (EBC) aprovou, em votação, a greve nacional sem prazo definido, indicando um ponto crítico nas negociações salariais e trabalhistas. A decisão foi divulgada pela Folha de S.Paulo, G1, Globo e outras fontes confiáveis no dia 11 de setembro de 2026. A paralisação abrange todos os estados, inclusive Brasilia e o Piauí, onde já estão previstas assembleias do dia 10.

Impacto nas encomendas

Segundo pesquisa de mercado da "Jornal Correio", a expectativa é de atrasos consideráveis nas entregas de pacotes, cartões e correspondências. Clientes que dependem de entregas internacionais ou de documentos urgentes podem enfrentar defasagens de até 5 dias. A empresa ainda não ofereceu protocolo oficial de contingência, deixando consumidores e empresários no aguardo.

Reação do público

Redes sociais foram inundadas com pedidos de explicação e ansiedade de clientes. Influenciadores do nicho de logística e consumidores de larga escala usaram hashtags como #CorreiosEmPregão e #EntregaParalisada para compartilhar experiências. O sindicato, em comunicados, pediu calma e reforçou que a greve busca melhores condições de trabalho, destacando que não é motivação para prejuízo ao serviço público.

Próximos passos

O plano contempla reuniões em Washington e Washington, onde os representantes da EBC poderão negociar com o governo federal. Caso a paralisação continue, a previsão é de que o setor logístico civil seja atingido, promovendo contágio em toda cadeia de suprimentos. O Ministério do Trabalho ainda não se pronunciou, e as autoridades estão avaliando medidas para minimizar impacto nas fronteiras comerciais.