O assunto imposto dominou as redes sociais e os portais de notícias nesta terça-feira (19). Três temas diferentes, mas todos ligados ao bolso do brasileiro, estão gerando dúvidas, memes e até pânico desnecessário. Para não cair em fake news, o BlogTrends separou o que é fato e o que não passa de boato.

Compras online no Paraguai: atenção redobrada

Com a facilidade das compras internacionais, muitos consumidores têm optado por sites paraguaios em busca de preços mais baixos. Mas, como alerta a VEJA, é preciso entender como funciona a cobrança de impostos nessa modalidade para não ser surpreendido.

A reportagem explica que as compras online no Paraguai estão sujeitas a tributos específicos, que variam de acordo com o tipo de produto, o valor e a forma de envio. A recomendação é sempre consultar as regras antes de fechar negócio e calcular o custo total, incluindo possíveis taxas alfandegárias.

Split payment: a fake news que assustou vendedores

Nos últimos dias, uma mensagem viralizou afirmando que o split payment seria um novo imposto que reteria 28% do valor das vendas. A informação causou preocupação entre empreendedores e consumidores, mas não passa de boato.

O split payment não é um novo imposto e não vai reter 28% do valor das vendas, esclarece o Estadão.

De acordo com a reportagem do Estadão, o split payment é apenas um mecanismo de pagamento que divide o valor da transação entre o lojista e o fisco no momento da compra. Ele já é utilizado em outros países e não representa uma nova carga tributária, nem a retenção de 28%.

Declaração de imposto rural: prazo aberto até 30 de setembro

Proprietários de imóveis rurais também têm um compromisso no calendário: a declaração do Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural (ITR) segue aberta até o dia 30 de setembro, conforme divulgado pelo G1.

O prazo é importante para evitar multas e manter a regularidade do imóvel. A recomendação é reunir a documentação necessária e enviar a declaração o quanto antes, evitando a correria de última hora.

Fique esperto

O assunto imposto pode render muitas dúvidas, mas a melhor defesa é a informação de qualidade. Consulte fontes confiáveis, como VEJA, Estadão e G1, e desconfie de mensagens alarmistas que circulam nas redes sociais. Seu bolso agradece.