Esta medida significa que milhares de beneficiários evitarão a burocracia das perícias presenciais e poderão se concentrar em cuidar da saúde.

O que muda na regra?

O Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) aprovou, pelo Congresso, prorrogar por um ano o benefício de auxílio-doença sem a exigência de perícia presencial, conforme divulgado pelo CNN Brasil. A mudança fecha em 31 de dezembro de 2026. Atualmente, o prazo para a perícia não presencial é de 180 dias, mas vai passar a valer 365 dias, reduzindo as filas nas delegacias e prometendo maior acesso aos beneficiários.

Benefícios tentais e críticas

Mais de 10 milhões de pessoas recebem auxílio-doença no Brasil. Embora a extensão pareça benéfica, especialistas afirmam que pode propagar fraudes. Um grupo de direitos trabalhistas argumenta que a perícia presencial, ainda que onerosa, oferece controle e qualidade. A proposta, por outro lado, visa otimizar processos, seguindo tendências digitais de saúde.

Inclusão de intérpretes de Libras

Em paralelo, o portal gov.br anunciou que perícias médicas do INSS agora contarão com intérpretes de Libras para pessoas com deficiência auditiva. A novidade, baseada em lei de acessibilidade, garante participação plena nas avaliações. A medida foi comunicada por meio de comunicado oficial na página do Ministério da Saúde.

O que vem a seguir?

A extensão está em fase de implementação. O INSS planeja testar o modelo em 2027, antes de instituir a regra permanentemente. Enquanto isso, trabalhadores afetados podem continuar registrando pedidos no portal ou nas agências. Nenhum comunicado oficial até o momento sobre ajuste no valor mensal do benefício.