Na sexta-feira, 2 de outubro de 2026, a JBS, maior processadora de carnes do Brasil e controlada pelos irmãos Batista, divulgou que está entrando na disputa por um mercado global de proteína avaliado em US$ 101 bilhões. A estratégia inclui a criação de um novo negócio que fornecerá proteína a produtos tão diversos quanto cerveja, requeijão e outros itens da cadeia alimentícia.
A iniciativa tem como objetivo levar mais proteína a categorias que tradicionalmente não utilizam ingredientes cárneos, ampliando o portfólio da empresa.
Estratégia de diversificação
A JBS busca diversificar sua atuação, que até então era centrada principalmente em carnes bovina, suína e de frango. Ao investir em proteínas para alimentos processados, a empresa pretende atender à demanda crescente por fontes alternativas de proteína, impulsionada por tendências de saúde e sustentabilidade.
Oportunidade no mercado global
Segundo a reportagem do ND Mais, o mercado global de proteína, que abrange ingredientes para bebidas, laticínios, snacks e alimentos prontos, está estimado em US$ 101 bi. A JBS acredita que sua expertise em produção animal pode ser adaptada para desenvolver ingredientes proteicos que atendam a esse segmento.
Impacto para o setor alimentício brasileiro
A entrada da JBS pode estimular a concorrência e acelerar a inovação em produtos proteicos no Brasil. Caso o novo negócio se consolide, produtores de cerveja, laticínios e demais alimentos poderão contar com um fornecedor nacional de alta escala, reduzindo a dependência de importações.
Próximos passos
A empresa ainda não detalhou cronogramas de produção ou parcerias específicas. O anúncio indica que o projeto está em fase de estruturação, com foco em pesquisa e desenvolvimento para adaptar a proteína animal a diferentes aplicações industriais.
A movimentação reforça a tendência de grandes players do setor de alimentos investirem em soluções proteicas que vão além da carne tradicional, respondendo a mudanças nos hábitos de consumo.







Carregando comentários...