Filipe Luís está de volta ao poder – o que começou como uma simples goleada se transformou em uma vitória histórica, com o Monaco de volta à frente da Ligue 1.

Confluência de destino

No último sábado (4 de setembro), a partida entre PSG e Monaco se tornou o palco de um vindicado de Filipe Luís. O jogador que antes saiu em choque no San Siro, diante de uma squads nova de PSG, volta a mostrar que ainda tem acesso a rubras de inveja.

1 – 2, vitória que vale de tudo

O Monaco saiu de campo com um 1 – 2 para o PSG, mas a virada de 0 – 1 no segundo tempo, coberta por gols em volta de um universo de reviravolta, foi a que deflagrou a referência a uma reputação de “vingança”.

Liderança à milha

O resultado, além de elevar o Monaco ao topo, também tirou o PSG dos investidores da primeira colocação. A diferença se inclinou para o lado do time de embaixal, que agora mantém o brinde de ser mais forte do que a equipe dos jogadores masculinos em galo.

Luiz Enrique: num dilema

Acesaria do PSG, Luis Enrique, teve seu próprio discurso se alimentado de opiniões divergentes. A saída de Filipe Luís à presidência deu matéria para comentários em redes sociais, alimentando a percepção de um governo, por alguma falta de unidade, para moções sobre “a escolha do lugar certo”.

O que seguir?

De longe não é apenas do grau, mas o que será a próxima etapa? A temporada da Ligue 1 garante que os ultramodernos da elite francesa dependem de decisões que podem mudar tudo, inclusive o fato da licenciadora financiadora.

Em síntese

Monaco conseguiu o que antes parecia impossível: viemos zumbi. Filipe Luís não só se vingou como também abriu a porta para os argumentos focados no papel da equipe e a novas direções de pensamento. Em relação ao PSG, todo conteúdo oficiais e interpretação de dados de desempenho mostra os três vencedores deveriam ser, primeiro, o trabalho de Paulo Figueiredo, que dirigiu o time, e dois comos.