Marcos Harter, médico e ex-participante do Big Brother Brasil, foi alvo de ação judicial nesta segunda-feira, 11 de outubro de 2026, por suposta discriminação política ao recusar candidatos que se declaram petistas em uma vaga de emprego que oferecia. A mesma semana, o ex-BBB voltou a aparecer nas manchetes por ter sido acusado publicamente de agredir uma mulher, embora ainda não haja sentença sobre o caso.

O processo marca mais um capítulo controverso na trajetória pública de Marcos Harter.

Ação por discriminação política

Segundo reportagem do Olhar Direto, publicada em 9 de outubro de 2026, um candidato que enviou currículo recebeu a mensagem "não pode ser petista". O denunciante afirma que Harter deixou claro que a filiação ao Partido dos Trabalhadores seria motivo para desclassificação da seleção. A petição pede indenização por danos morais e a anulação do processo seletivo, com base no princípio constitucional da igualdade de oportunidades.

Acusação de agressão a mulher

Em 11 de outubro de 2026, o portal Brasil 247 destacou que Harter já havia sido acusado de agredir fisicamente uma mulher. A denúncia ganhou grande repercussão nas redes sociais, mas até o momento não resultou em condenação judicial. O caso de agressão foi mencionado em conjunto com a nova ação por discriminação, ampliando o escrutínio da opinião pública sobre o ex-BBB.

Contexto de investigação mais ampla sobre influenciadores

A situação de Marcos Harter ocorre num cenário de maior vigilância das autoridades sobre personalidades da internet. O Diário de Cuiabá, em 10 de outubro de 2026, informou que o Ministério Público estava investigando vários influenciadores digitais, inclusive o campeão do BBB, por divulgar apostas ilegais (bets). Embora não haja ligação direta entre essa investigação e o processo movido contra Harter, a coincidência de fatos evidencia um clima de atenção jurídica crescente sobre celebridades que atuam como influenciadores.

Repercussão nas redes sociais

A divulgação do processo gerou intenso debate nas plataformas digitais. Usuários criticaram a postura de Harter, apontando um padrão de comportamento que inclui a agressão física e, agora, a suposta discriminação política. Outros defensores argumentaram que a ação judicial poderia ter motivação ideológica, defendendo o direito do médico de escolher critérios de seleção. Até o momento, o juiz responsável ainda não se pronunciou sobre a admissibilidade dos pedidos.

Próximos passos e possíveis desdobramentos