PF acusa André Mendonça de intenção de cancelar diretor da corporação

PF denuncia intenção de afastar diretor

Em relatório enviado a Luiza Marquis de Moraes, o Ministério Público Federal argumenta que André Mendonça, titular do Instituto Iter, manifestou a vontade de afastar o diretor de uma corporação vinculada ao grupo. O documento, publicado pelo G1 em 3 de setembro, aponta que Mendonça teria previsto o fim de contrato do diretor e apontado condições para sua remoção.

Verba pública em destaque

O mesmo G1 também se baseou em dados do UOL sobre a quantidade de recursos que o instituto recebeu em dois anos: R$ 8,2 milhões. Enquanto a questão fiscal permanece em pauta, a quantia desperta suspeitas de possível uso indevido de verba pública.

A saída do Instituto Iter

Em entrevista à Agência Brasil, Mendonça afirmou que “deixará sociedade no Instituto Iter”. Informação confirmada nas redes sociais da própria organização e corroborada pela agência. A declaração veio pouco depois do relatório do PF e sinaliza um afastamento de suas funções administrativas.

Investigações em curso

O Ministério Público também encaminhou o caso para o Senado, e um pedido de Alexandre, nomeado presidente do STF, destaca a necessidade de investigar o possível abuso de poder de Mendonça. A figura de Moraes foi citada em ter sido alvo de denúncias contra o político. Até o momento, nenhuma decisão definitiva foi tomada pelo STF.

Conclusão

O caso de André Mendonça ainda mergulha em diferentes instâncias legais. Embora o PF já tenha registrado as intenções do político, os números da verba pública e a promessa de saída do Instituto Iter passam a gerar atenção tanto nos tribunais quanto na mídia especializada.

Palavras-chave: PF, André Mendonça, Instituto Iter, verba pública, STF, Luiza Marquis de Moraes.