Milton Leite, ex-presidente da Câmara de São Paulo, tem seu nome trazido para a mesa do Ministério Público com o pedido de prisão por atividades ligadas ao PCC nas empresas de transporte público.

Operação do MP sobre infiltração do PCC

No dia de hoje, o Ministério Público de São Paulo apresentou um pedido de prisão contra o ex-vereador Milton Leite, caso ele seja efetivamente considerado operador de empresas que supostamente fazem parte da estrutura de controle do Partido dos Camponeses (PCC). A decisão segue de um conjunto de investigações que apontam a presença de membros do PCC em veículos da malha urbana da capital.

A carreira que corre no escuro

Milton Leite, que foi presidente da Câmara Municipal de São Paulo entre 2015 e 2017, continua sendo uma figura reconhecida na política paulista. Em 2021, a imprensa local já havia destacado sua atuação em diversas pautas de interesse público, mas a nova acusação lança a sombra de que sua influência pode ter sido canalizada para fins corporativos e ilícitos.

Empresas ligadas ao PCC

Em reportagem da CNN Brasil, o criminoso fica citado como operador de diversas empresas que operam no transporte público. Essas companhias, de acordo com a mídia, atenderiam aos interesses do PCC, que buscaria tributar e lavar valores por meio de contratos públicos. A operação do MP foi documentada em notas de investigação, nas quais se menciona que a prática se repetia em vários pontos estratégicos da cidade.

O que vem por aí?

O pedido de prisão foi protocolado no tribunal de Justiça de São Paulo e, segundo o processo, o juiz responsável ainda deverá avaliar a possibilidade de decretar a detenção preventiva. Até o momento, Milton Leite não divulgou nenhum comunicado oficial e sua assessoria permanece sem contato.

Observação

A matéria baseia-se em comunicados científicos e relatórios divulgados pelo Ministério Público, pela CNN Brasil e pelo G1, sem acrescentamento de especulações, e está sendo acompanhada de perto pelas autoridades competentes.