A denúncia de Moraes pode abrir caminho para investigação formal pela Polícia Federal.
Acusação de Crime sem Fundamentação
Na última quinta-feira, 3 de setembro de 2026, o ministro André Mendonça, de nome completo André José Mendonça, recebeu uma carta anônima de um cidadão chamado *Moraes*, que alegou possuir indícios de que o ministro teria cometido crime. Segundo reportagem do *Globo*, Moraes pede que a subchefia de Investigação do Ministério da Justiça (Fachin) tome providências. O texto da denúncia, enviado via e‑mail, não traz provas documentais, mas se baseia em supostos atos ilícitos relacionados ao exercício do cargo.
Inquérito de Fake News como Ferramenta
Na mesma semana, o *CNN Brasil* publicou que Moraes também utilizou um inquérito sobre fake news—iniciativo que busca controlar a desinformação nas redes sociais—para submeter as supostas irregularidades de Mendonça à atenção do Ministério. De acordo com a matéria, o inquérito destacaria que piores notícias sobre o ministro teriam circulado na internet e que a denúncia do próprio Moraes teria sido divulgada em plataformas digitais em 02 de setembro.
Reação do Ministério e papel de Fachin
O Ministério da Justiça, em comunicado, agradeceu a denúncia e afirmou que a Polícia Federal está avaliada como incumbência para avaliar eventuais crimes de abuso de autoridade. Em entrevista coletiva, Fachin reiterou que qualquer dúvida sobre a conduta do ministro será investigada de acordo com a legislação vigente. No comunicado, não há confirmação de que a denúncia já seja investigada.
Possíveis Caminhos Legais
O próximo passo claro é a abertura de um inquérito policial, se a Polícia Federal aceitar conduzir a investigação. Se o ministério decidir buscar medidas provisórias ou medidas cautelares, o processo legal pode despontar nas primeiras semanas de setembro. Até o momento, não há registros de ações judiciais contra Mendonça.
Observação Final
Nada de comprovado, ainda, sobre as acusações de crime. O Ministério da Justiça anunciou ainda que verificará a denúncia, mas a divulgação de provas concretas ainda se faz esperada.



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