No último fim de semana, Donald Trump entregou um presente de quase US$ 45 000 à sua assessora Natalie Harp, conhecida nas redes como "impressora humana". O gesto foi registrado por diversas fontes, incluindo G1, UOL Notícias, CNN Brasil e SpaceMoney.

O pagamento, de US$ 45 000, foi entregado em espécie, de acordo com relatos da investigação feita pela G1.

Quem é Natalie Harp?

Natalie Harp é assessora de comunicação da Casa Branca, com mais de 200 mil seguidores no Instagram e presença constante em eventos presidenciais. Seu apelido “impressora humana” vem de sua prática de transcrever discursos em tempo real, algo que a tornou mais visível a público.

O bônus de US$ 45 mil

Segundo o jornal UOL, o valor apresentado à assessora foi convertido para R$ 229 000, a soma de aproximadamente 229 mil reais. O pagamento foi feito em dinheiro, fato que foi confirmado pelo portal SpaceMoney, que detalha que a quantia chegou ao bolso da funcionária em espécie.

Por que o presente causou polêmica?

A entrega de dinheiro em espécie a um funcionário da Casa Branca suscita questionamentos sobre possíveis violação de normas que proíbem pagamentos em guias de presentear funcionários do governo federal. A Investigação, divulgada pelo G1, aponta que o bônus pode configurar violação do *Public Procurement Act* e da política interna da Casa Branca, que restringe a aceitação de presentes que não sejam “romanos”, ou seja, devidamente declarados.

O assunto na mídia e próximos passos

Campeões da imprensa criticaram o gesto como quebra de protocolo e alerta sobre a possibilidade de processos trabalhistas e de investigação por parte do Departamento de Justiça. A própria Departamento de Justiça do Estado do Texas expressou preocupação com a entrega de dinheiro em espécie a funcionários do governo federal.

O panorama permanece em avaliação, mas o caso tem ganhar atenção pela singularidade do modo de presente e pelas implicações legais enunciadas.