Homem‑Peixe, ativista colombiano que circula pelos trilhos fluviais do PA, sumiu enquanto atravessava 24 km a nado na Baía do Marajó, em Belém. Segundo o UOL, o pescador‑eco‑ativista estava em uma missão de conscientização sobre a preservação das águas amazônicas quando perdeu contato com a equipe.

“Ele se perdeu depois de entrar em rocha escura do rio que leva ao mar.” – relato de rivais de equipe, evidenciando a zona de risco que caracteriza a travessia.

Até o momento, a equipe de resgate iniciou buscas coordenadas nas primeiras horas. Em relatos do Diário do Centro do Mundo, 12 dias depois, a figura de Homem‑Peixe foi localizada em um pequeno barco outorgado pelos pescadores locais, que o encontraram próximo à ilha de São João; seus machucados estavam curados e ele estava em bom estado de saúde.

No vídeo que postou antes da partida, Homem‑Peixe destacou a importância da proteção dos mangues e das espécies nativas, com a legenda “Desafio ambiental – a água tem vida”. A mensagem ficou em alta entre os seguidores, que enfatizam o papel de cada gesto na conservação.

O caso também destaca a falta de rotas seguras na Baía, que adentra a região de mangue. Profissionais de resgate afirmam que o percurso pode ser feito em condições exigindo conhecimento técnico e preparo físico.

Hoje, a comunidade de pescadores local agradece o retorno seguro e planeja criar campanhas educativas. O dirigente do Conselho de Marcha Marinha já pediu que sejam estabelecidos pontos de monitoramento pelos Caminhos de Água.

Esta última atualização confirma que a missão difícil não terminou em tragédia. Enquanto a comunidade local ainda responde ao ocorrido, Homem‑Peixe tem planos de publicar um e‑book sobre suas experiências de natação ambiental. A pesquisa, nascida de seu ativismo, poderá ser lançada no próximo trimestre e já atraiu o interesse de universidades que estudam ecossistemas aquáticos.