A morte de Larissa Morata abre uma selva de acusações e acusações, mas as provas estão já na mão da polícia.

Luto e suspeita de feminicídio no SP

No último fim-de-semana, a Polícia Militar de São Paulo deteve um militar que estava envolvido na investigação do caso da mulher que estava viva até que um tiro custou sua vida. A prisão ocorre depois que autoridades confiam em depoimentos que apontam uma ligação direta entre o militar e o disparo que feriu fatalmente Larissa Morata.

Depoimentos nas redes sociais e provas de tiro

As redes sociais viram o celular do militar compartilhado pela Polícia, onde se podem ler mensagens de alguns companheiros sugerindo sorte de uso de arma em casa. O trecho mais revelador mostra um vídeo curto que indica a disparar direto do arsenal da polícia; esses dados foram integrados às investigações conduzidas pelo Ministério Público.

Prisão do policial e fases da investigação

O militar permanece sob custódia na Delegacia de Polícia Civil de São Paulo, aguardando o Ministério Público apresentar fiança e a sentença preliminar. Em entrevista ao UOL, o tenente-coronel acusado admite que está sofrendo “campinas de escravidão” enquanto espera julgamento, amplificando o debate sobre condições carcerárias para militares.

Reação da família e da comunidade

As mensagens de condolência das redes sociais também trazem relatos de que a família de Larissa já havia enviado fotos de protesto e mensagens pedindo justiça. Enquanto isso, a grande maioria do povo pide algo mais rápido do que o prolongado procedimento judicial.

A investigação continua e o prazo de entrega da sentença será batizado pelo juiz de primeiro grau da 1ª Vara Criminal de São Paulo na próxima quinta-feira.