Rafaella Justus, influenciadora digital e filha de Roberto Justus, divulgou no dia 5 de outubro de 2026 que havia votado pela primeira vez nas eleições brasileiras. Pouco depois da postagem, recebeu uma enxurrada de mensagens ofensivas que chegou a catalogar em um post, apresentando a lista completa de ofensas. Em resposta a um dos insultos, escreveu apenas "Melhore".

Contexto do voto

No Brasil, o voto é obrigatório para maiores de 18 anos e costuma chamar atenção quando a pessoa compartilha publicamente a escolha política. O ato de revelar o voto, ainda que legalmente protegido, pode gerar reações intensas nas redes sociais, especialmente quando a figura é conhecida.

Ataques e repercussão

Segundo reportagem da Globo, Rafaella descreveu o cenário como "assustador" e denunciou que "gente vazia se sente confortável destilando ódio atrás de uma tela". Ela classificou as mensagens de ódio como "xingamentos gratuitos" ao se pronunciar novamente na mesma noite. O relato menciona ainda que os ataques abordaram não só sua posição política, mas também sua aparência física.

"É assustador o quanto gente vazia se sente confortável destilando ódio atrás de uma tela",

Defesa da aparência

O portal R7 Entretenimento informou que Rafaella rebateu um comentário sobre sua aparência, defendendo-se sem entrar em detalhes adicionais. Ela reiterou que as críticas pessoais são inaceitáveis e pediu respeito ao exercício democrático.

Reação nas redes

A publicação gerou comentários de usuários que condenaram o discurso de ódio e defenderam o direito de todo cidadão, inclusive figuras públicas, ao voto sem sofrer assédio. Embora não haja dados de alcance ou números de comentários, a situação reacendeu o debate sobre a proteção de usuários nas plataformas digitais.

Com a situação ainda em pauta, Rafaella mantém sua postura de denunciar o assédio e chamar atenção para a necessidade de um ambiente online mais respeitoso.