O que as empresas não podem fazer

Um artigo da plataforma Você RH alerta que, em Setembro Amarelo, as empresas precisam evitar práticas que agravam o estresse e o burnout. O documento enumera ações que geram pressão desnecessária, como exigir respostas rápidas em períodos de pico ou desconsiderar pausas legítimas. A intenção é que o ambiente corporativo se torne espaço de apoio, não de exploração.

Riscos no ambiente de trabalho

A rádio Acústica FM reforça que o mês de conscientização não é apenas simbólico: as empresas devem mapear fatores de risco e implementar mecanismos de apoio psicológico. A ausência de linhas de suporte, a falta de comunicação clara e o preconceito ao falar de saúde mental são apontados como os maiores perigos para a equipe.

CVV convoca a escuta ativa

Enquanto isso, o Centro de Valorização da Vida (CVV) firmou campanha de escuta voluntária. O objetivo: incentivar líderes e colegas a ouvidos atentos às dores e sinais de sofrimento. Em julho, o CVV já disponibilizou material didático para treinamentos, mostrando que simples arretramento pode fazer a diferença entre uma conversa de alívio e um ponto crítico de crise.

Setembro Amarelo nos lembra que a escuta pode salvar vidas.

O que todo gestor deve saber

Para não cair em armadilhas, especialistas recomendam:

‑ Em 2026, o tema continua relembrando que prevenção requer ação e empatia concreta nas empresas.

  • Valorizar pausas e cultura de “sem culpa” ao descansar.
  • Disponibilizar apoio psicológico de forma contínua.
  • Promover treinamentos de escuta empática e reconhecer a importância de falar.