O Superior Tribunal de Justiça (STJ) manteve hoje (21/10/2026) a prisão preventiva de Deolane Bezerra, que está presa há cinco meses por suspeita de envolvimento com o Primeiro Comando da Capital (PCC).
Segundo a decisão, o STJ considerou que o último pedido de habeas corpus apresentado pela defesa da influenciadora não apresentava ‘flagrante ilegalidade’ para ser analisado, mesmo com a avaliação do relator do caso.
Os advogados da influenciadora classificaram a decisão como ‘desnecessária, desproporcional e ilegal’ e anunciaram que recorrerão da decisão.
O Que Aconteceu?
Deolane Bezerra foi presa em maio deste ano, no âmbito da Operação Vérnix, deflagrada pelo Grupo de Ações Disciplinares Especializadas (GAECO) do Ministério Público de São Paulo, com apoio da Polícia Civil. A investigação apura supostas atividades de organização criminosa e lavagem de dinheiro ligadas ao PCC.
O Julgamento
O julgamento do pedido de liberdade de Deolane Bezerra já foi realizado, e em agosto a justiça manteve a prisão preventiva. O juiz reavaliou a necessidade da prisão após 90 dias de detenção e manteve a decisão.
O Que a Irmã Diz?
Em depoimento nas redes sociais, a irmã de Deolane Bezerra, Daniele Bezerra, confirmou que a influenciadora relatou ter sofrido ameaças de morte e manifestações de intolerância religiosa durante a prisão. A advogada registrou um boletim de ocorrência no dia seguinte à constatação dos fatos.
Contexto Adicional
- Operação Vérnix: A Operação Vérnix, liderada pelo GAECO do MPSP, investiga um suposto esquema de lavagem de dinheiro ligado ao PCC, envolvendo diversos suspeitos, entre eles Everton de Souza (Player), gestor financeiro da transportadora investigada, e os sobrinhos do líder do PCC, Marcola.
Proximos Passos
Deolane Bezerra ainda tem a possibilidade de recorrer da decisão do STJ.
Em números
- 5 meses: Tempo que Deolane Bezerra está presa.
- STJ: Superior Tribunal de Justiça, que negou o último pedido de liberdade.
- TJ‑SP: Tribunal de Justiça de São Paulo, que manteve a prisão em agosto.
- GAECO: Grupo de Ações Disciplinares Especializadas do Ministério Público de São Paulo, que lidera a investigação.




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