O mundo do surfe parou na noite desta segunda-feira (10) para acompanhar um duelo histórico em Teahupoo, no Taiti. De um lado, o maior de todos os tempos, Kelly Slater, com 11 títulos mundiais. Do outro, o tricampeão Gabriel Medina, atual astro brasileiro. Juntos, eles somam 14 troféus da World Surf League (WSL) – e a expectativa era imensa.

O embate que entrou para a história

Com ondas pesadas e o cenário cinematográfico de Teahupoo, Slater, aos 54 anos, deu mais uma prova de que a idade é só um número. O americano enfrentou Medina em bateria acirrada, mas foi superior, garantindo a vitória e avançando na competição. Os juízes não tiveram dúvidas: Slater dominou.

A rivalidade que alimenta o surfe

A rivalidade entre Slater e Medina não é nova. Sempre que se encontram, rola aquele clima de “quem é o melhor?”. Medina é conhecido por sua competitividade feroz, mas Slater segue mostrando que sua leitura de onda é impecável. Desta vez, o veterano levou a melhor.

“Kelly Slater não compete mais por título, compete por legado. E ontem ele escreveu mais um capítulo.” – comentou um fã nas redes.

E o Brasil? Italo Ferreira brilha no ranking

Enquanto Medina saiu frustrado, o Brasil tem motivos para comemorar: Italo Ferreira, campeão olímpico, acaba de recuperar a liderança do ranking mundial da WSL. A disputa pelo título está mais quente do que nunca, com brasileiros entre os favoritos.

O longa que resgata a magia do surfe

E para quem ama o esporte, uma boa notícia: o clássico do cinema “O Justiceiro do Surf”, que mistura surfe, ação e perseguições policiais, está de volta às telonas 35 anos depois. Um prato cheio para os saudosistas e para a nova geração.