O legado do Calcinha Preta se encerra quando Rogério Valença, ex‑vocalista que definiu a sonoridade dos anos 90, faleceu aos 55 anos em São Paulo.
O fim de uma era
Na manhã de 1º de setembro, o público brasileiro recebeu a notícia da morte de Rogério Valença, ex‑vocalista da icônica banda Calcinha Preta. Relatos de familiares e do hospital confirmaram que o cantor, 55, estava internado em São Paulo após complicações que impediram a realização de um transplante cerebral. A morte foi confirmada pelos veículos G1, UOL e Terra, entre outros.
Um ícone dos anos 90
Formado em 1970, Valença foi a voz que trouxe o Calcinha Preta ao cenário nacional em 1986, com sucessos como "O Gosto da Vida" e "Fogo". Durante as duas décadas, ele gravou discos que traduziram a energia crua do rock brasileiro do que era popular. A sua presença no palco era marcada por um discurso de energia e autenticidade raramente visto em outros grandes grupos da época.
O legado do Calcinha Preta
Com a perda de Valença, a banda perde seu vocalista principal e a comunidade do rock festivaliza a memória do artista. Diversos músicos e fãs online homenagearam-no com relatos sobre como sua voz revolucionou o cenário musical. Músicos como Cazuza e Renato Russo têm sido citados como influenciados por seu estilo.
O que vem à frente
A banda ainda segue funcionando com novos integrantes, mas a ausência de Valença é sentida. Em 2026, o Calcinha Preta será uma das atrações da Expoema, que conta também com Luan Santana e Wesley Safadão, reforçando a relevância da banda mesmo após a partida de seu líder.
Lembranças e novidades
Enquanto o legado do grupo está em reorganização, os fãs aguardam um novo álbum que, ainda que não tenha tido gravação, promete trazer o clássico estilo de Valença para novas gerações. Espera-se, neste momento, que a comunidade do rock mantenha vivo o espírito que ele ajudou a criar.







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