Em segunda-feira, a meteorologia de Chicago atingiu uma marca que gera alerta em todas as áreas: o Índice de Calor, a sensação térmica medida em unidade Fahrenheit, ultrapassou 100°F (38°C). Segundo o portal spacemoney.com.br, essa é a primeira vez que a cidade registra tal nível nos últimos anos.

O Índice de Calor de Chicago já ultrapassou 100°F, deixando atletas e moradores em alerta.

O que é o Índice de Calor?

O termo “Índice de Calor” (do inglês heat index) refere-se à temperatura que a gente sente na pele quando a umidade acompanha o calor do ar. Enquanto a temperatura do ar pode ser de 35°C, a umidade pode fazer a sensação virar 38°C ou mais, de acordo com a fórmula usada pelo NOAA (National Oceanic and Atmospheric Administration). Esse valor é usado por agências de saúde para emitir avisos de “calor extremo”.

Por que 100°F é perigoso?

Em 100°F, o corpo humano começa a ter dificuldade em resfriar. A taxa de suor diminui, o risco de insolação aumenta e o sistema cardiovascular sofre mais estresse. Para atletas, o treinamento pode precisar ser modificado, com períodos de descanso mais longos e hidratação constante.

No Brasil, outro calor a milhão

Enquanto Chicago reclama o troféu do calor de verão, cidades brasileiras como Florianópolis também vivem uma “queimadura” noturna. O índice de calor de Florianópolis, em plena estação outonal, já ultrapassou 40°C (104°F) durante a noite, segundo a NSC Total. Jogadores de futebol, adeptos de torcida e mesmo os turistas ficam de olho nas previsões e nos avisos das equipes de saúde pública.

O que vem por aí?

Mesmo com o calor ainda em alta, as autoridades meteorológicas já avisam que a temperatura pode subir ainda mais nos próximos dias. O objetivo é evitar recordes de calor e garantir que atletas, fãs e trabalhadores estejam protegidos.