Mário Frias está na mira da Polícia Federal, após denúncias de irregularidades no financiamento do filme *Dark Horse*, a instância investigativa bloqueou a liberação do parlamentar para sair do país e restringiu seus contatos com pessoas investigadas.
Proibição de saída e restrição de contato
Em reportagem publicada pela G1, a Polícia Federal (PF) divulgou que o deputado do PL, Mário Frias, foi impedido de deixar o território nacional e de se comunicar com suspeitos vinculados à investigação. A medida foi tomada depois que surgiram indícios de que o parlamentar teria favorecido a produção do biopic sobre ex-presidente Jair Bolsonaro.
Apreensão de 7 armas
Outro fato ocorrido em operação conjunta entre a PF e a Polícia Brigadeira foi a apreensão de sete armas de fogo pertencentes a Frias, conforme nota de imprensa do UOL. As armas foram levadas para a vanguarda da investida, que se caracteriza por investigar pontos que interligam o deputado, a suposta “operação de financiamento de filme” e a aquisição de armamentos impermissíveis.
Investigações sobre o financiamento do filme Dark Horse
A PF também publicou que vai avaliar se emendas parlamentares de Frias foram usadas como fonte para o orçamento. A investigação, segundo a G1, inclui análise de documentos de despesas parlamentares e de projetos de auxílios-para a produção cinematográfica. O objetivo é determinar se houve conluio entre o debate legislativo e a criação do cronograma do filme.
Contexto político e repercussões
A notícia reacende a discussão sobre os limites de verba parlamentar e a linha entre arte e propaganda política. Além das inspetções parlamentares, o caso tem sido alvo de comentários de especialistas em legislações de financiamento cultural. A comunidade online, por sua vez, está dividida entre quem considera o caso um flagelo de corrupção e quem o interpreta como um mero “bobinho” de campanha.
Próximos passos
Até o momento, não há previsão de audiência ou audiência pública. O Ministério Público já emitiu comunicação para acompanhar o andamento do processo. O próximo passo é a análise de documentos de origem e a eventual instauração de uma ação condenatória, segundo autoridades.
Permanecerá em pauta o caminho que Mário Frias deve seguir, enquanto a PF mantém vigilância externa e investigação interna.







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