Glória Steinem, ícone do feminismo americano, morreu em 3 de setembro de 2026, aos 92 anos.

A visão progressista de Steinem atravessou gerações, marcando pauta nos jornais, congressos e nos estudos universitários de todo o mundo.

Quem era Gloria Steinem

Steinem nasceu em 1º de abril de 1934, em Chicago. Em 1966, junto com Betty Friedan, fundou a revista *Ms.*, que se tornou referência no movimento feminista. Sua carreira inclui colunas frequentes em jornais de grande circulação, como o *The New York Times* e o *Washington Post*, além de livros que se tornaram best-sellers.

Filosofia e Impacto

Ao longo de décadas, ela defendeu direitos das mulheres e criticou desigualdades de gênero e raça. Em 1980, co-fundou a *Women's Action for Racial Justice* e, em 1998, lançou a campanha #JusticaParaTodas, que culminou em reformas nas legislações trabalhistas.

Último ano e despedida

No último ano de vida, Steinem manteve viva a voz nas redes sociais, participando de entrevistas em LinkedIn Live e em podcasts do The Daily. Sua família divulgará detalhes da cerimônia no momento oportuno.

Reações na mídia

O Globo, UOL, Valor, e outros veículos confirmaram a morte em comunicados de imprensa oficiais. Acesiou‑no comentários de figuras públicas, incluindo a repórter Geraldo Spina, que descreveu sua trajetória como "pioneira que nunca se afastou de sua causa".

Legado

Fred R. Williams, provedor de iniciativas feministas, declarou que "Steinem não apenas lhe deu voz, mas também lhe deu força" para que outras mulheres ousassem escrever seu próprio futuro.

A história de Steinem é lembrada como uma lição viva de persistentemente buscar justiça e igualdade.