“Só idiotas**” pensa quem acredita que a Coreia do Norte vai abrir mão de armas nucleares.
Nos últimos dias, a irmã de Kim Jong-un fez declarações contundentes que ecoaram além das fronteiras da Península Coreana. Em blog e nas redes da delegação norte-coreana, ela condenou a reunião da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA) e criticou o acordo de defesa internacional. Segundo o G1, a líder se posicionou contra toda tentativa de desnuclearização.
Carta de apoio a Putin
Em uma carta oficial, Kim Jong-un reforçou a aliança com Vladimir Putin. A mensagem, detalhada pela G1, garante o “apoio inabalável” a Moscou nas próximas negociações. A publicação acompanhou o discurso da irmã, que citou a importância de manter a força nuclear como garantia de soberania.
Reação internacional
A imprensa global reagiu com cautela. O CNN Brasil relatou que a Coreia do Norte mantém sua postura de expandir o arsenal “sem parar”. O fato de uma irmã demonstrar apoio explícito a um outro líder autocrático envolto de reconstruções sobre alianças cibernéticas e militares.
Contexto e desdobramentos
Os comentários de âmbito interno reforçam a permanência de uma política de resistência nuclear. Enquanto a AIEA busca redução de armamentos, a Coreia reafirma que não há entrada por meio de acordos multilaterais. A próxima etapa pode surgir a partir da semana que vem com a visita do delegatário à Rússia.
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