A negociação da Jequiti, a maior empresa de fragrâncias e cosméticos de nos 20 anos da sua criação, chega a R$ 536 milhões, uma cifra que reabre a discussão sobre o futuro do setor.

A venda que todos esperavam

Em agosto de 2026, portal Leo Dias e o Diário do Centro do Mundo relataram que o Grupo Silvio Santos planeja vender a Jequiti por mais de R$ 500 milhões. As fontes, confirmadas por dois veículos de negócios, revelam o valor exato: R$ 536 milhões.

Por que a Jequiti bateu aquele número?

O negócio já havia sido acompanhado com atenção no circuito corporativo brasileiro. A Jequiti, com vendas que ultrapassam 2  bilhões de reais anual, se consolida como o maior player de fragrâncias do país. A nova avaliação reflete tanto a lucratividade quanto o potencial de expansão internacional, já que a marca conta com presença em mais de 20 países.

Quem compra e o que muda

Ainda não foi divulgado o comprador, mas especula-se que o novo dono possa vir de um grupo global que busca experiência no mercado brasileiro. Se confirmado, a Jequiti deixará de operar sob a bandeira do Grupo Silvio Santos, abrindo caminho para rebranding e novas estratégias de marketing, inclusive com forte foco em e‑commerce.

O que vem depois?

Com a venda ativa, especialistas preveem uma janela de aquisições, onde outras marcas de cosméticos podem tentar ampliar participações de mercado. O fechamento do negócio finaliza a fase de expansão que começou em 2004, quando a Jequiti foi lançada pelo próprio Silvio Santos.

O que esperar

A comunidade de perfumaria já anda de expectativa: e‑commerce, novos lançamentos de perfume e colaborações com influenciadores globais chegando mais rápido. Para os consumidores, pode significar preço mais competitivo e novas cores de embalagens.

Em resumo, a venda da Jequiti por R$ 536 milhões representa tanto o fim quanto o recomeço de uma marca icônica no Brasil.