O “caso Master” não é mais um boato; as autoridades já estão ligando ao telefone, chamando de volta quem foi consultor do banco.
A Procuradoria Geral do Estado (PGE) do Rio de Janeiro, liderada pelo procurador Ribeiro Fachin, entrou em contato com a Caixa Econômica Federal no dia 4 de setembro, pedindo que o delegado Mario Mendonça levantasse o sigilo das investigações relativas ao banco Master. Em comunicado, Fachin ressaltou que o levantamento de documentos é essencial para desmascarar “eventual fraudes e irregularidades” que podem englobar movimentações financeiras de alto valor.
Receita Federal intensifica o interrogatório
Parallelmente, a Receita Federal entrou em um processo de *intimação*. Segundo a *CartaCapital*, a Receita moveste manda-direta à Polícia Federal (PF), exigindo que o ex-secretário do Ministério da Fazenda, Paulo Campos Neto, e o ex-ministro da Economia, Tião Galípolo, prestem depoimento sobre o suposto envolvimento com operações do Banco Master. O envio tem como objetivo esclarecer a suposta canalização de recursos por meio de contratos multilaterais entre o banco e órgãos públicos.
Andrei Esteves também na mira
Na mesma sequência, o *Estadão* reportou que a Receita pediu para que André Esteves, ex-coordenador do Tesouro Nacional e quem já desempenhou papel crítico na gestão de interesses do banco, se depusesse. A medida prevê a análise de registros contábeis que podem revelar vínculos com partidos políticos e campanhas eleitorais.
O que está em jogo?
O cenário nas esferas jurídicas mostra o entãodações sem investimento, em estranges, mas embora envolvimento, é em andamento. Ainda não há declarações públicas de Campos Neto, Galípolo ou Esteves sobre as intimações. Entretanto, a busca pela transparência revela que as investigações estão em fase de coleta de provas e que o próprio Ministério Público está aproximando o processo de um possível processo penal.
Mas, enquanto o Banco Master continua à sombra de acusações, a expectativa não falha: se as intimações vão ser aceitas e o sigilo será brevemente derrubado, o Brasil tem uma trama de dinheiro que pode quebrar ainda mais senhas.







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