"Nunca mais vamos à praia," diz a mãe de crianças que passaram mal após banho na Praia do Janga.

Incidente na Praia do Janga

Na manhã de sábado (10/09/2026), quatro crianças da região de Paulista, Pernambuco, foram levadas ao Hospital de Referência de Recife após relatarem dor abdominal intensa e tontura após um banho de mar na Praia do Janga. Os pais alertaram os serviços de emergência e foram acompanhados por familiares ao hospital, onde os pacientes foram internados em estado grave.

Reação da mãe e o impacto nas redes

A mãe dos pequenos, que optou por não divulgar seu nome, anunciou em post no Instagram a frase acima, lamentando o constrangimento e a sensação de vulnerabilidade. Ela questionou a falta de sinalização de risco e a qualidade da água, solicitando que a prefeitura fortaleça os protocolos de monitoramento.

Casos paralelos na região

G1 informou que, na mesma data, crianças que foram banhadas na Praia do Grande, em Recife, também apresentaram sintomas e foram internadas. Embora não haja comprovação de contaminação cruzada, ambos os incidentes aumentam a pressão sobre o Estado por medidas imediatas de higiene e controle de qualidade da água.

Investigação em curso

O Ministério Estadual da Saúde enviou equipes de vigilância epidemiológica para coletar amostras de água e examinar possíveis contaminantes. Já o Corpo de Bombeiros do Rio Grande estabeleceu patrulhas hídricas na costa e coordenam com a Defesa Civil a avaliação de riscos.

Reação da comunidade e o que observar

Moradores de Paulista têm dividido opiniões sobre a permanência de famílias à praia. Alguns defendem a fiscalização mais rigorosa, enquanto outros denunciam falta de infraestrutura. O órgão de fiscalização de águas do estado confirmou que a análise de amostras está em andamento, mas ainda não divulgou resultado.

O cenário atual

Até o presente, as entrelaçadas investigações não revelaram a causa exata da contaminação. O que ficou claro é que quatro crianças foram internadas de forma rápida, o que demonstra a urgência de protocolos de monitoramento e a necessidade de alerta à população local. Para continuarmos acompanhando, integração de dados, respostas oficiais e decisões da prefeitura serão cruciais nos próximos dias.