Tucker Carlson, apresentador de TV e comentarista conservador dos Estados Unidos, anunciou em junho de 2026 que está se afastando do Partido Republicano. A informação foi divulgada pelos veículos G1 (23/06/2026) e Gazeta do Povo (22/06/2026), que destacaram que a decisão veio após críticas públicas feitas por Donald Trump ao estilo e às posições de Carlson.
Anúncio de afastamento do Partido Republicano
Segundo o G1, Carlson declarou que rompeu com o Partido Republicano, afirmando que não se sente mais representado pela liderança atual. A Gazeta do Povo relatou que Carlson fez a mesma afirmação um dia antes, indicando que a ruptura se deu em meio a uma disputa interna entre aliados de Trump e críticos do ex-presidente.
Acusação sobre o caso Epstein
Em 16 de setembro de 2026, durante seu programa de entrevistas, Carlson afirmou que Donald Trump teria ordenado o encobrimento de arquivos relativos ao caso do financista Jeffrey Epstein. O UOL Notícias publicou a declaração e transcreveu a fala de Carlson:
"Trump mandou encobrir os arquivos do caso Epstein",
segundo o próprio comentarista. Até o momento, não há confirmação oficial da alegação por parte de Trump ou de autoridades americanas.
Repercussões e contexto político
A saída de Carlson do Partido Republicano evidencia fissuras dentro do movimento conservador dos EUA, tradicionalmente alinhado ao apoio a Trump. A acusação sobre o caso Epstein pode gerar novas discussões sobre transparência e responsabilidade, sobretudo entre eleitores que acompanham as narrativas de figuras como Carlson.
Analistas apontam que a postura de Carlson pode influenciar a formação de alianças internas, embora o impacto imediato nas estratégias eleitorais ainda seja incerto. A situação ilustra como divergências pessoais podem refletir em disputas mais amplas dentro de partidos políticos.
"Trump mandou encobrir os arquivos do caso Epstein", disse Carlson, levantando questionamentos sobre a conduta do ex-presidente.







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